Quem pedala pega mais ônibus e táxi

Mês passado  eu torci meu pé feio depois de um pisão em falso. Como ainda estava com o “corpo quente” e não estava sentindo muita dor, acabei voltando pra casa pedalando. No dia seguinte, tinha uma bola de tênis no lugar do meu tornozelo e eu não conseguia nem encostar o pé no chão. O jeito foi chamar um táxi e ir direto para o hospital.

Em situações como essa eu preciso encontrar um meio de transporte alternativo já que não tenho carro. Na maioria das vezes, o ônibus é a minha opção:

  • Quando tá caindo o maior toró e eu tenho que chegar seco.
  • Se for muito tarde e a distância a percorrer para ir e voltar for muito grande (tipo 25km).
  • Quando tem visita em casa e eles não são loucos suficientes para encarar a rua de bicicleta (como a minha mãe por exemplo).

Mas em algumas situações tem que ser táxi. Andar quase um quilômetro até a parada com o pé torcido não ia dar, por exemplo. Eventualmente minha esposa tem enxaquecas que merecem certa urgência.

Resumo da ópera. Depois que eu vendi meu carro, eu passei a usar o transporte público com uma frequência bem maior. Também pego carona de vez em quando e mais raramente até um táxi.

Incentivar um estilo de vida sem carro é benéfico para o transporte público.

Alguém pode perguntar: Mas se é pra gastar dinheiro, por que não fica logo com o carro mesmo?

Bom, essas são situações excepcionais e eu gasto em média R$40,00 por mês. Bem diferente dos R$600,00 que o carro custava. Sem contar que não preciso me preocupar com estacionamento, revisão, lavagem e ainda por cima tenho um espaço de garagem livre pra fazer o que eu quiser.

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